terça-feira, fevereiro 10, 2009

Enfim, um grande jogo

da Seleção Brasileira


Goste-se ou não do trabalho de Dunga, é preciso ser isento na análise. Depois da vitória sobre a Argentina, na final da Copa América, finalmente a Seleção fez um grande jogo, contra um adversário de primeira linha.

O Brasil jogou bem em todos os setores, foi firme, organizado, criativo e mostrou o melhor toque de bola desde muito tempo. Talvez até desde a Copa das Confederações de 2005.

Os destaques foram Robinho, que no mano a mano é fora-de-série, e Ronaldinho Gaúcho, que fez uma partida de líder, de camisa dez, de jogador que é referência para o time.

Há tempos eu acho que o jogador brasileiro tem essa coisa meio blasè de só gostar de jogar grandes jogos, contra grandes adversários. Cada vez mais me convenço disso.

2 comentários:

Paulo Henrique Lemos disse...

Nori, estou com você quando diz que mesmo não aprovando o trabalho do Dunga, temos que ser isentos, e de fato o time fez um bom jogo.

Por outro lado, estou surpreso com a sua avaliação sobre o Ronaldinho. Na minha opinião, ele fez uma partida apagadíssima, plantado na faixa dianteira esquerda do campo, fugindo do contato físico e se desfazendo das bolas que recebia o mais rápido possível, como um estreante inseguro que não quisesse se comprometer. Não participou de nenhum lance agudo e ainda fez umas firulinhas desnecessárias para dar passes de menos de cinco metros.

Não acho que os companheiros tenham nele uma referência para o que quer que seja, em campo ou fora dele, por mais que o respeitem pelo que já fez e tenham simpatia pelo seu jeitão bem-humorado.

Anônimo disse...

Nori, de toda forma ainda precisa melhorar em algumas posições. Os laterais não empolgam ninguém, mas o Marcelo é bem melhor que o Gilberto. O Maicom não joga nada na seleção. O Gilberto Silva, sabe-se lá por qual motivo ainda é convocado. E o Adriano nem precisou tomar banho pra ir embora, deu um piquezinho de 3 metros no segundo tempo e só. Os destaques positivos foram o Robinho, o Elano e o Júlio César, infinitamente superior ao frangueiro do Doni.
Claudio