quarta-feira, fevereiro 28, 2007


GANHAMOS DO HAITI!!!!!!


É isso aí que você leu. Com nossos quase 200 milhões de habitantes, 8 milhões de quilômetros quadrados, a Petrobras, a Vale e tudo mais, só crescemos 2,9% e gloriosamente derrotamos o Haiti, essa potência mundial.
E o presidente já articula um terceiro mandato. Desse jeito não chegaremos ao apocalipse pelo aquecimento global. A gente acaba antes.

8 comentários:

mauricio duailibi disse...

Cereto ,

Não teremos a sorte de chegar ao apocalipse pois eles nos manterão semi vivos para poderem usufruir

Anônimo disse...

Nori boa noite queria pedir um comentario la no meu blog ficarei mto grato e feliz . o Blog fala so sobre a violencia e queria uma opniao sua
www.soucontraviolencia.zip.net
faça um comentario
sou seu fa
parabens pelo trabalho

Eduardo disse...

O blogueiro demonstra ignorancia ou ma' vontade. O crescimento ecomomico sendo percentual independe do tamanho do pais em questao.

Eduardo

Nori disse...

Prezado Eduardo, não sou economista, nem pretendo ser. Mas também não me considero ignorante ao saber que o mundo cresce ao ritmo de mais de 5% ao ano e o Brasil fica em 2,9%, mesmo sendo a maior potência industrial e agrícola da América Latina.
É, talvez seja má vontade mesmo querer apenas que um País dê certo. Se ser ignorante é protestar contra a estagnação econômica, o mensalão, o valerioduto, então sou e morrerei um brasileiro ignorante.

Eduardo disse...

Caro Nori,

respeito o seu direito de protestar. Questiono porém a menção comparativa ao Haití, onde o tamanho do Brasil e suas grandes empresas são citadas. Não é necessário ser economista para conhecer o conceito de porcentagem. Isso se aprende na escola e não na faculdade de economia.

Na resposta novamente incorre no mesmo erro. Cita o Brasil como a maior potência industrial e agrícola da America Latina sem se dar conta que isso torna um crescimento porcentual grande ainda mais difícil.

Finalmente, se sua preocupação é com a maioria do população deveria se fixar também na distribuição de renda, pois nesse caso de nada adianta que a economia de um país cresca se esse excedente vai parar no bolso de uns poucos.

Agradeco porém pela publicação do meu comentário e pela sua resposta.

Anônimo disse...

Caro Noriega. Considero-o muito pelos comentários pertinentes e sóbrios com o futebol, porém percebo que o mesmo não ocorre com a política, principalmente tratando-se do Presidente Lula. Não é fácil arrumar um País onde a cultura da exploração e da ignorância foi utilizada por pelo menos os útimos 50 anos ! Não me venha dizer que o Pres. Lula tinha respaldo popular para fazer o que fosse necessário quando se elegeu ( ele seria chamado de "ditador", etc e seria cassado pelas elites antes de um piscar de olhos ), pois sabemos o peso e a inércia de uma estrutura de governo federal ! Aconselho atentar uma nova visão: Veja as prioridades de hoje e a dos governos anteriores, veja que tivemos 8 anos de um governo dito sócial-democrata, que utilizou os preceitos do liberalismo e do estado mínimo, e onde chegamos ? Pelo menos este estado de hoje, tenta uma maior justiça social, mesmo que erre um pocuo com a política desenvolvimentista !!!
Um abraço. Élcio Vaz.

Nori disse...

Que maravilha, um debate civilizado!!!! Assim dá gosto. Vamos por partes:

1 - Caro Elcio, é um prazer conversar contigo. Permita-me, no entanto, discordar. Onde critico Lula não elogio FHC. Mas as bases da política econômica de Lula são as mesmas de FHC, ao que me parece, tanto que o País patina com um o que patinava com o outro. Discordo do que vc considera Justiça Social. O Bolsa Família? Tivemos dezenas de projetos semelhantes no passado, inclusive no Governo FHC, e nada mudou. Para mim, Justiça Social é crescimento econômico consistente, acrescido de uniersalização de serviços básicos, além de alívio nos impostos. O que eu vejo nesse governo é uma carga fiscal cada vez maior sobre quem ganha menos e lucros cada vez maiores para quem especula. E nem entro na questão da corrupção, porque esse governo é de dar nojo. Se a justiça social a que vc se refere é a de Chavez, Kirchner e Fidel, prefiro ficar com as dos países nórdicos, por exemplo.
Um abraço e volte sempre.

2- Eduardo, comentários decentes e educados são sempre bem recebidos, ainda que eu discorde, porque discordar é saudável. A renda cresceu para quem, amigo Eduardo? Longe de mim quere ser economista, porque é uma ciência para a qual não tenho capacidade, mas para mim crescimento e distribução de renda ocorreram no Chile, na Irlanda, em Portugal. O Bolsa Família tem seu valor, mas no próprio governo FHC havia programa semelhante, com nome diferente, e não resolveu nada. E pelo que vimos de números, quem tem multiplicado o patrimônio são nossos dedicados políticos, boa parte deles da base governista, além do próprio presidente, que parece ter investido bem nos últimos 4 anos (isso não é apenas ironia, já que o patrimônio do Lula é decente perto do de muitos outros políticos). Se tamanho de Páis vale para argumentar, porque China e Índia crescem tanto (e longe de mim que meu amador Brasil vire uma China)? E que eu saiba, nem China nem Índia tem nosso potencial agrícola, nosso clima favorável e a qualidade natural de turismo. O que me parece é que torcer para o País dar certo não significa achar que, por questão ideológica, tudo que um faz é certo e que as circunstâncias jogam contra.
Mas volte sempre, bom debate e boas idéais sempre são bem vindas.
Abs

Andre Silva disse...

Prezado Nori,

Resolvi entrar na discussao. Quero sair da disputa politica que nao leva a nada. Certamente o presidente Lula sabe que so venceu a duas ultimas eleicoes porque trouxe ao seu discurso um tom mais moderador adquirido certamente com a sua experiencia acumulada. Quer quiera ou nao a maioria da populacao brasileira tem um tendencia ao centro e a direita umaveq que sempre que perdeu em suas anteriores eleicoes o numero total de votos nunca ultrapassou 35% dos votos, que certamente tem uma opcao mais a esquerda.

Em minha opiniao o gargalho que enfretamos hoje para obter crescimento economico mais elevado encontra-se no defcit educacional e na incapacidade do estado em todos os niveis de retornar efetivamente os recursos obtidos com impostos. Se temos uma carga fiscal da ordem de 35% todos nos trabalhamos praticamente 4 meses de graca e ainda temos que adqurir plano de saude, matricular nossos filhos em escolas particulares (nao necessariamente melhores), etc porque as instuicoes publicas de interesse publico sao pouquissimas ilhas de excessao.

Estamos num circulo infelizmente nao virtuoso de aumento de impostos e juros altos que atravanca o crescimento e a capacidade do estado de investir, porem mesmo que passasemos a tabelar os juros por decreto como fizemos o passado infeliz de ditadura e inflacao descontrolada nao resolveriamos o nosso maior impedimento ao crescimento que e o deficit educaional.

Todos pais de primeiro mundo, ou mesmo os hoje emergentes (China e India), assim como outros ja citados Irlanda, Espanha primeiro realizaram uma silenciosa e eficiente revolucao atraves do ensino e da formacao de centro tecnologicos. Basta ir ao centro de pequisas de universidade e empresas america e nao sera dificil identificar centena de chines e indianos com Phd, Nobel.

Agradeco o espaco,

Abraco,

Andre