Muricy: novidades só
na próxima semana
É de boa fonte a informação. Muricy Ramalho não deve decidir nas próximas horas e com atropelos seu destino. A bem da verdade, nem pensou nisso ainda. Tem falado pouco sobre o tema. A tensão do dia a dia do futebol, as situações de bastidores que não veem à tona fizeram com que o treinador até agradecesse a possibilidade de um descanso.
Mas na próxima semana que, aliás, começa no domingo, aí sim ele vai pensar no futuro profissional. Com cautela, para não cair na armadilha. Ele sabe que serão cinco meses "no pau" como se diz na gíria do futebol.
Sexta-feira, Julho 03, 2009
Não há alçapão que
pare um bom time
Vira e mexe ouvimos, no esporte, a história dos alçapões, dos estádios em que a pressão da torcida é tamanha que o time da casa se transfigura e se projeta imbatível.
A final da Copa do Brasil e a semifinal da Libertadores de 2009 foram a prova de que, se o time é bom, não há alçapão que resista.
Porto Alegre se vestiu de gala para ser a capital do futebol brasileiro. Bela cidade, respirando futebol, cultura e o gelado ar polar que vem de mais ao Sul. As torcidas do Inter e do Grêmio anunciaram o inferno para Corinthians e Cruzeiro. Muito mais em tom de bravata, porque o gaúcho verdadeiro é hospitaleiro, recebe bem e, como qualquer outro torcedor, quer apenas bom futebol. Houve barulho, pressão, quase tudo civilizado, diga-se, e uma conquista de título incontestável por parte do Corinthians e uma classificação idem por parte do Cruzeiro.
Inter e Grêmio, hoje eliminados, já festejaram muitas vitórias em "alçapões" alheios. Libertadores, Copa do Brasil, por exemplo. Porque tinham, naquele momento, times melhores que os donos dos caldeirões. Times com Falcão, Sóbis, Tinga, entre outros, caso do Colorado; e o Grêmio de Felipão, De León, também entre outros.
O único reparo que deve ser feito ao festival do futebol em Porto Alegre diz respeito a duas ocorrências no Olímpico: o maltrato ao torcedor do Grêmio que ficou para fora do estádio já com a bola rolando, sofreu empurra-empurra e coice de cavalo; e algumas manifestações deploráveis de torcedores contra Elicarlos do Cruzeiro, em citação covarde ao ocorrido com Maxi López.
De resto, fica a certeza de que não há barulho, torcida ou pressão que resista ao bom futebol.
CRUZEIRO É O BRASIL NA LIBERTADORES
Merecidamente, pois foi consistente, equilibrado e talentoso. Kléber está jogando muita bola. O Estudiantes é um adversário de respeito, mas aposto minhas fichas no tri do Cruzeiro, que representará, se vier, o segundo tri de um brasileiro na Libertdaores.
pare um bom time
Vira e mexe ouvimos, no esporte, a história dos alçapões, dos estádios em que a pressão da torcida é tamanha que o time da casa se transfigura e se projeta imbatível.
A final da Copa do Brasil e a semifinal da Libertadores de 2009 foram a prova de que, se o time é bom, não há alçapão que resista.
Porto Alegre se vestiu de gala para ser a capital do futebol brasileiro. Bela cidade, respirando futebol, cultura e o gelado ar polar que vem de mais ao Sul. As torcidas do Inter e do Grêmio anunciaram o inferno para Corinthians e Cruzeiro. Muito mais em tom de bravata, porque o gaúcho verdadeiro é hospitaleiro, recebe bem e, como qualquer outro torcedor, quer apenas bom futebol. Houve barulho, pressão, quase tudo civilizado, diga-se, e uma conquista de título incontestável por parte do Corinthians e uma classificação idem por parte do Cruzeiro.
Inter e Grêmio, hoje eliminados, já festejaram muitas vitórias em "alçapões" alheios. Libertadores, Copa do Brasil, por exemplo. Porque tinham, naquele momento, times melhores que os donos dos caldeirões. Times com Falcão, Sóbis, Tinga, entre outros, caso do Colorado; e o Grêmio de Felipão, De León, também entre outros.
O único reparo que deve ser feito ao festival do futebol em Porto Alegre diz respeito a duas ocorrências no Olímpico: o maltrato ao torcedor do Grêmio que ficou para fora do estádio já com a bola rolando, sofreu empurra-empurra e coice de cavalo; e algumas manifestações deploráveis de torcedores contra Elicarlos do Cruzeiro, em citação covarde ao ocorrido com Maxi López.
De resto, fica a certeza de que não há barulho, torcida ou pressão que resista ao bom futebol.
CRUZEIRO É O BRASIL NA LIBERTADORES
Merecidamente, pois foi consistente, equilibrado e talentoso. Kléber está jogando muita bola. O Estudiantes é um adversário de respeito, mas aposto minhas fichas no tri do Cruzeiro, que representará, se vier, o segundo tri de um brasileiro na Libertdaores.
Quinta-feira, Julho 02, 2009
Corinthians fecha ciclo
de retorno espetacular
Talvez nem o mais otimista dos corintianos desenvolvesse um roteiro tão espetacular como o que o time interpretou entre o calvário do rebaixamento em 2007 e a terceira conquista da Copa do Brasil, na última quarta-feira, aqui em Porto Alegre.
O time caótico, dividido e despreparado de dezembro de 2007 se transformou numa equipe coesa, consistente, bem treinada e confiante em sua capacidade em julho de 2009.
O trabalho de reconstrução teve um grande condutor: Mano Menezes. O treinador gaúcho deu ao Corinthians uma nova cara, baseada numa consistência defensiva. Os zagueiros Chicão e William (que mano trouxe do Grêmio) e o lateral Alessandro são ótimos defensores. Aos poucos Mano foi moldando o time, corrigindo os defeitos do meio-campo, aprimorando o ataque. Em 2008 a eliminação precoce no Campeonato Paulista serviu mais para observações do que para contestações. Na Copa do Brasil a equipe foi até a final e perdeu para o Sport.
A Série B foi um passeio que deu corpo e confiança ao time. A defesa, que já era forte, ganhou proteção de luxo com Cristian. Elias, revelação do Paulistão de 2008 com a Ponte Preta, demorou para se encaixar no esquema como segundo volante e homem de chegada como elemento surpresa na frente. Mas quando encaixou foi fundamental.
André Santos pela esquerda sempre foi um atacante perigoso nas ultrapassagens. Jorge Henrique, taticamente o jogador mais importante das finais contra o Inter, ofereceu uma gama impressionante de variações de jogo. A chegada de Ronaldo foi o enfeite final, o toque diferenciado para a conquista do Paulistão 2009, de forma invicta, para mostrar que o Corinthians não estava para brincadeira.
A Copa do Brasil provou que, como canta o torcedor alvinegro, "o Coringão voltou". O time é, atualmente, o mais equilibrado taticamente do futebol nacional. Ataca e defende com a mesma competência. Tem um meio-campo que atende a todas as necessidades do jogo moderno. Cristian e Elias marcam forte e sabem sair para o jogo. Douglas, embora inconstante, é um meia armador, essa espécie quase em extinção. Jorge Henrique ajuda demais na recomposição.
Mantida a base e o sistema de trabalho, com alguns reforços, o Corinthians tem tudo para chegar à Libertadores de 2010 como nunca chegou em suas sete participações anteriores: forte, confiante e qualificado para buscar a realização de seu maior sonho.
de retorno espetacular
Talvez nem o mais otimista dos corintianos desenvolvesse um roteiro tão espetacular como o que o time interpretou entre o calvário do rebaixamento em 2007 e a terceira conquista da Copa do Brasil, na última quarta-feira, aqui em Porto Alegre.
O time caótico, dividido e despreparado de dezembro de 2007 se transformou numa equipe coesa, consistente, bem treinada e confiante em sua capacidade em julho de 2009.
O trabalho de reconstrução teve um grande condutor: Mano Menezes. O treinador gaúcho deu ao Corinthians uma nova cara, baseada numa consistência defensiva. Os zagueiros Chicão e William (que mano trouxe do Grêmio) e o lateral Alessandro são ótimos defensores. Aos poucos Mano foi moldando o time, corrigindo os defeitos do meio-campo, aprimorando o ataque. Em 2008 a eliminação precoce no Campeonato Paulista serviu mais para observações do que para contestações. Na Copa do Brasil a equipe foi até a final e perdeu para o Sport.
A Série B foi um passeio que deu corpo e confiança ao time. A defesa, que já era forte, ganhou proteção de luxo com Cristian. Elias, revelação do Paulistão de 2008 com a Ponte Preta, demorou para se encaixar no esquema como segundo volante e homem de chegada como elemento surpresa na frente. Mas quando encaixou foi fundamental.
André Santos pela esquerda sempre foi um atacante perigoso nas ultrapassagens. Jorge Henrique, taticamente o jogador mais importante das finais contra o Inter, ofereceu uma gama impressionante de variações de jogo. A chegada de Ronaldo foi o enfeite final, o toque diferenciado para a conquista do Paulistão 2009, de forma invicta, para mostrar que o Corinthians não estava para brincadeira.
A Copa do Brasil provou que, como canta o torcedor alvinegro, "o Coringão voltou". O time é, atualmente, o mais equilibrado taticamente do futebol nacional. Ataca e defende com a mesma competência. Tem um meio-campo que atende a todas as necessidades do jogo moderno. Cristian e Elias marcam forte e sabem sair para o jogo. Douglas, embora inconstante, é um meia armador, essa espécie quase em extinção. Jorge Henrique ajuda demais na recomposição.
Mantida a base e o sistema de trabalho, com alguns reforços, o Corinthians tem tudo para chegar à Libertadores de 2010 como nunca chegou em suas sete participações anteriores: forte, confiante e qualificado para buscar a realização de seu maior sonho.
Corinthians incontestável
Não há o que contestar na terceira conquista da Copa do Brasil pelo Corinthians. O time foi muito superior ao Internacional em 180 minutos e esbanjou superioridade no primeiro tempo do jogo do Beira Rio.
Taticamente o Corinthians é mais forte, consistente, encorpado.
Dessa vez Ronaldo, novamente fora de forma, não precisou ser decisivo. O time foi.
Pelo adiantado da hora, escrevo mais sobre o jogo depois.
Não há o que contestar na terceira conquista da Copa do Brasil pelo Corinthians. O time foi muito superior ao Internacional em 180 minutos e esbanjou superioridade no primeiro tempo do jogo do Beira Rio.
Taticamente o Corinthians é mais forte, consistente, encorpado.
Dessa vez Ronaldo, novamente fora de forma, não precisou ser decisivo. O time foi.
Pelo adiantado da hora, escrevo mais sobre o jogo depois.
Quarta-feira, Julho 01, 2009
Terça-feira, Junho 30, 2009
Que Porto Alegre seja
a capital do futebol e a
da paz amanhã e quinta
Não gosto de futriquinhas e provocações. Acho que a mídia cai muito fácil nessa ou por preguiça de buscar bons assuntos ou por falta dos mesmos. Até entendeo que os dirigentes façam alguma coisa para agitar. Conheço bem o Fernando Carvalho, do Inter, um cara inteligente. Ele sabe que seu time precisa de aditivo na gasolina e por isso está fazendo o que faz. Respeito o Fernando, mas não concordo, acho que o Inter tem bola pra ganhar sem isso.
Como o Corinthians tem bola pra ganhar também em Porto Alegre. Tudo que foge ao jogo me interessa cada vez menos. Em especial esse zumzumzum, esse lado meio site de fofoca do jornalismo, o do "fulano falou isso do seu time, o que você acha?" etc.
Porto Alegre será a capital do futebol brasileiro mais uma vez neste meio de semana. Uma baita cidade. Moderna, tradicional, culturalmente palpitante. Terei o prazer de voltar à cidade para ver, espero, dois grandes jogos de futebol. E é disso que quero falar: bola rolando.
Amanhã o Corinthians tem grande vantagem, até o mais confiante dos colorados sabe disso. Mas 2 a 0 para o mandante é um placar razoavelmente possível nos dias de hoje, em qualquer circunstância. É nisso e no seu time que o Inter deveria se apoiar. Se tivesse o Bolaños poderia surpreender em alguma organização tática diferente. Mas não terá. Nilmar e Kléber voltam, o que dá mais experiência e consistência. O grande desafio do Inter é quebrar a tranquilidade tática do Corinthians. Um time que raramente sofre gols de contra-ataque, se recompõe muito bem, tem um meio-campo consistente e conta com Ronaldo para decidir.
O time paulista precisa tomar cuidado com a boa chegada dos volantes do Inter, que podem surpreender caso a defesa corintiana se preocupe demais com Taison e Nilmar e chame os volantes para socorrê-la. É um jogo de muitas situações possíveis e será um prazer comentá-lo pelo SporTV, com Luiz Carlos Jr., Luciano Calheiros e Carlos Cereto.
Na quinta o segundo tempo do duelo dos copeiros Grêmio e Cruzeiro. O tricolor gaúcho precisa corrigir o grande defeito mostrado recentemente: perde gol demais. Poderia ter definido contra Cruzeiro e contra Sport logo no início, mas desperdiça chances incríveis e depois se complica. Vítor de volta ao gol pode dar mais segurança, embora Grohe esteja jogando bem.
No Cruzeiro, o retorno de Ramires é um reforço e tanto. Vem com ritmo de jogo e dá mais qualidade ainda ao já muito bom meio-campo dos mineiros. É aí que está a chave do jogo e, por isso, ele tem tudo para ser espetacular. Marquinhos Paraná, Ramires e Vágner de um lado. Tcheco e Souza do outro. Muita qualidade.
Vou pra Porto Alegre, tchau! Completarei 4.2 na capital gaúcha, trabalhando, mas com o coração batendo pela mulher e pelos filhos. Tomarei um Boscato cabernet, que provei na Via Veneto, no Menino Deus, e gostei muito.
a capital do futebol e a
da paz amanhã e quinta
Não gosto de futriquinhas e provocações. Acho que a mídia cai muito fácil nessa ou por preguiça de buscar bons assuntos ou por falta dos mesmos. Até entendeo que os dirigentes façam alguma coisa para agitar. Conheço bem o Fernando Carvalho, do Inter, um cara inteligente. Ele sabe que seu time precisa de aditivo na gasolina e por isso está fazendo o que faz. Respeito o Fernando, mas não concordo, acho que o Inter tem bola pra ganhar sem isso.
Como o Corinthians tem bola pra ganhar também em Porto Alegre. Tudo que foge ao jogo me interessa cada vez menos. Em especial esse zumzumzum, esse lado meio site de fofoca do jornalismo, o do "fulano falou isso do seu time, o que você acha?" etc.
Porto Alegre será a capital do futebol brasileiro mais uma vez neste meio de semana. Uma baita cidade. Moderna, tradicional, culturalmente palpitante. Terei o prazer de voltar à cidade para ver, espero, dois grandes jogos de futebol. E é disso que quero falar: bola rolando.
Amanhã o Corinthians tem grande vantagem, até o mais confiante dos colorados sabe disso. Mas 2 a 0 para o mandante é um placar razoavelmente possível nos dias de hoje, em qualquer circunstância. É nisso e no seu time que o Inter deveria se apoiar. Se tivesse o Bolaños poderia surpreender em alguma organização tática diferente. Mas não terá. Nilmar e Kléber voltam, o que dá mais experiência e consistência. O grande desafio do Inter é quebrar a tranquilidade tática do Corinthians. Um time que raramente sofre gols de contra-ataque, se recompõe muito bem, tem um meio-campo consistente e conta com Ronaldo para decidir.
O time paulista precisa tomar cuidado com a boa chegada dos volantes do Inter, que podem surpreender caso a defesa corintiana se preocupe demais com Taison e Nilmar e chame os volantes para socorrê-la. É um jogo de muitas situações possíveis e será um prazer comentá-lo pelo SporTV, com Luiz Carlos Jr., Luciano Calheiros e Carlos Cereto.
Na quinta o segundo tempo do duelo dos copeiros Grêmio e Cruzeiro. O tricolor gaúcho precisa corrigir o grande defeito mostrado recentemente: perde gol demais. Poderia ter definido contra Cruzeiro e contra Sport logo no início, mas desperdiça chances incríveis e depois se complica. Vítor de volta ao gol pode dar mais segurança, embora Grohe esteja jogando bem.
No Cruzeiro, o retorno de Ramires é um reforço e tanto. Vem com ritmo de jogo e dá mais qualidade ainda ao já muito bom meio-campo dos mineiros. É aí que está a chave do jogo e, por isso, ele tem tudo para ser espetacular. Marquinhos Paraná, Ramires e Vágner de um lado. Tcheco e Souza do outro. Muita qualidade.
Vou pra Porto Alegre, tchau! Completarei 4.2 na capital gaúcha, trabalhando, mas com o coração batendo pela mulher e pelos filhos. Tomarei um Boscato cabernet, que provei na Via Veneto, no Menino Deus, e gostei muito.
Meu livro em Santos,
a terra da caridade
e da liberdade

O saudoso radialista Ibrahim Mauá sempre dizia, em seus boletins na Rádio Jovem Pan, que Santos é a terra da caridade e da liberdade (frase que está, em latim, no brasão da cidade). Também diria que é a terra do futebol, não apenas por ter abrigado o Rei Pelé, mas porque ali se respira o jogo de bola.
Tive o prazer de fazer uma noite de autógrafos do livro Os 11 Maiores Técnicos do Futebol Brasileiro em Santos, nesta segunda-feira. Uma honra muito grande foi ter a presença do grande José Macia, o Pepe, lenda do futebol, um sujeito sensacional e, tenho a alegria de dizer, hoje um bom amigo. Pepe está preparando para 2010 mais um livro de seus imperdíveis "causos", sucessor que será do imperdível Bombas de Alegria.
Conheci, também, um espaço maravilhoso de livros, cultura e boa energia, a Realejo Livros, do amigo Zé Luiz. Quem estiver por Santos, passe numa das lojas do Zé, no largo Ana Costa ou no Shopping Miramar. Você também vai virar fã, como eu virei.
a terra da caridade
e da liberdade

O saudoso radialista Ibrahim Mauá sempre dizia, em seus boletins na Rádio Jovem Pan, que Santos é a terra da caridade e da liberdade (frase que está, em latim, no brasão da cidade). Também diria que é a terra do futebol, não apenas por ter abrigado o Rei Pelé, mas porque ali se respira o jogo de bola.
Tive o prazer de fazer uma noite de autógrafos do livro Os 11 Maiores Técnicos do Futebol Brasileiro em Santos, nesta segunda-feira. Uma honra muito grande foi ter a presença do grande José Macia, o Pepe, lenda do futebol, um sujeito sensacional e, tenho a alegria de dizer, hoje um bom amigo. Pepe está preparando para 2010 mais um livro de seus imperdíveis "causos", sucessor que será do imperdível Bombas de Alegria.
A foto é do amigo Leonaldo Santos.
Conheci, também, um espaço maravilhoso de livros, cultura e boa energia, a Realejo Livros, do amigo Zé Luiz. Quem estiver por Santos, passe numa das lojas do Zé, no largo Ana Costa ou no Shopping Miramar. Você também vai virar fã, como eu virei.
Domingo, Junho 28, 2009
Aguardo os amigos de
Santos nesta segunda,
19hs, na Realejo
http://www.realejolivros.com.br/noticias.php?cat=16
Santos nesta segunda,
19hs, na Realejo
http://www.realejolivros.com.br/noticias.php?cat=16
Flamengo campeão e uma
luz no fim do túnel para o
nosso judiado basquetebol
Uma camisa de time de fuebol de massa, ginásio lotado, grande jogo, pareciam os velhos tempos do basquete brasileiro. Pois está provado que é possível. Ainda há muito a ser feito, claro. Mas brasileiro adora basquete, essa paixão está adormecida e um pouco de organização pode ajudar para que, em alguns anos, o nosso jogo de "bola ao cesto" volte a ser o que sempre foi.
luz no fim do túnel para o
nosso judiado basquetebol
Uma camisa de time de fuebol de massa, ginásio lotado, grande jogo, pareciam os velhos tempos do basquete brasileiro. Pois está provado que é possível. Ainda há muito a ser feito, claro. Mas brasileiro adora basquete, essa paixão está adormecida e um pouco de organização pode ajudar para que, em alguns anos, o nosso jogo de "bola ao cesto" volte a ser o que sempre foi.
Sábado, Junho 27, 2009
A dança das cadeiras dos professores
Nada de anormal na saída de Luxemburgo do Palmeiras. Porque ele ultimamente anda falando mais do que treinando. E o Palmeiras parece estar querendo mudar de rumos, ser mais independente. O que Luxemburgo falou da saída de Keirrison um funcionário não pode falar sobre uma empresa e a medida parece ter sido necessária e correta.
Luxemburgo no mercado agita meio mundo. Ainda mais com Muricy também dando sopa. Apos a quarta-feira da próxima semana, quando soubermos quem será o campeão da Copa do Brasil, muita coisa pode mudar.
Nada de anormal na saída de Luxemburgo do Palmeiras. Porque ele ultimamente anda falando mais do que treinando. E o Palmeiras parece estar querendo mudar de rumos, ser mais independente. O que Luxemburgo falou da saída de Keirrison um funcionário não pode falar sobre uma empresa e a medida parece ter sido necessária e correta.
Luxemburgo no mercado agita meio mundo. Ainda mais com Muricy também dando sopa. Apos a quarta-feira da próxima semana, quando soubermos quem será o campeão da Copa do Brasil, muita coisa pode mudar.
Sexta-feira, Junho 26, 2009
Assino o meu livro em
Santos, segunda-feira,
em homenagem ao Lula

Segunda-feira, dia 29, a partir das 19 horas, haverá um evento na Realejo Livros do Shopping Miramar, em Santos. Terei a oportunidade de assinar o livro Os 11 Maiores Técnicos do Futebol Brasileiro e haverá uma homemagem ao grande Luiz Alonso Peres, o Lula, treinador do mítico Santos de Pelé e cia.
Espero vocês por lá.
Racismo, nunca!!!
Até entendo que certas coisas que acontecem em campo devam morrer em campo. E pontuo que tudo deve ser avaliado antes que se condene alguém de antemão. Por isso vamos esperar que tudo seja apurado no caso Maxi e Elicarlos.
Agora, crime é crime, dentro ou fora do campo de futebol. E racismo é crime. Maxi dizer que não conhece a palavra macaco me pareceu demais. Até duvido que ele seja racista. O que houve foi um exagero de momento e ele pisou na bola. Usou uma expressão racista e covarde.
A lei de um País precisa estar acima das leis do futebol.
Só espero que haja hombridade de todas as partes e que tudo se resolva da melhor maneira possível.
A lição que fica para mim é que o futebol não pode ser tratado como um território sem lei ou com um código ético particular. O futebol precisa estar inserido no contexto da Nação e de suas regras.
Até entendo que certas coisas que acontecem em campo devam morrer em campo. E pontuo que tudo deve ser avaliado antes que se condene alguém de antemão. Por isso vamos esperar que tudo seja apurado no caso Maxi e Elicarlos.
Agora, crime é crime, dentro ou fora do campo de futebol. E racismo é crime. Maxi dizer que não conhece a palavra macaco me pareceu demais. Até duvido que ele seja racista. O que houve foi um exagero de momento e ele pisou na bola. Usou uma expressão racista e covarde.
A lei de um País precisa estar acima das leis do futebol.
Só espero que haja hombridade de todas as partes e que tudo se resolva da melhor maneira possível.
A lição que fica para mim é que o futebol não pode ser tratado como um território sem lei ou com um código ético particular. O futebol precisa estar inserido no contexto da Nação e de suas regras.
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